Por entre as tarefas diárias, dou por mim a partilhar experiências de aspecto espiritual com alguém que já teve a sua dose sonhos fora do normal.
Não sou grande especialista (aliás, nem sei bem descrever de que tipo de especialista eu seria, caso fosse), mas parecem-me ser viagens extra-corporais.
Uma história de ser criança e entrar numa casa ao cimo da rua, onde conseguia descrever o baú da entrada, o quadro de hipismo na parede e ver o senhor idoso da casa no fundo das escadas a chamar por ela. Apenas para desaparecer a caminho do andar superior. Faltou-lhe a coragem para o seguir, vá-lá.
Até a mãe ficar estupefacta, com o sonho pois tinha descrevido perfeitamente o senhor que tinha morrido à muito, atrás. Finalizando com a descrição da experiência de uma noite de lua cheia com os animais a uivarem lá fora.
As histórias somam-se para dar razão ao primeiro capítulo d'"As profecias Celestinas": o mundo (ou melhor, as pisque das pessoas) está a mudar, evoluir.
Mesmo sem fé, se parares para olhar à volta, verás situações, experiências, acções e reacções que a ciência ainda não terá certeza. A que chamamos a isso?
"For those who believe, no proof is necessary. For those who don't believe, no proof is possible" - Stuart Chase
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